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Olá! Somos alunos do instituto Francisca de Souza Peixoto. Nossa idade varia dos 7 aos 10 anos
Moramos em: Cataguases - MG - Brasil
Este espaço foi criado por nossa "Infoprof", Andréa Toledo, para que pudéssemos escrever junto com autores infanto-juvenis. Eles começam as histórias e nós damos continuidade. No final, terminam e dão um título. Ultimamente escrevemos também algumas poesias.
Nosso sonho é poder publicá-las algum dia.
Para entender melhor as histórias click nas datas das postagens antigas e comece a ler de baixo para cima.

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Escrevendo com Escritor


E enfim, o fim da história! Nosso amigo escritor termina aqui com grande sabedoria nossa linda história. Em breve teremos o título. Aguardem!

  

Sim, para alívio de todos, o mistério revelou tratar-se, na verdade, de mais uma estripulia de Nícolas. Dona Josefina, toda sem jeito, pediu desculpas e todos se entreolharam. Indiferente a tudo e a todos, o macaquinho travesso dava cambalhotas, fazia caretas, rodopiava, rodopiava... até ficar zonzo, com as pernas tronchas e olhar de bêbado. Dona Izaura sacou o batom da bolsa,  lambuzou de vermelho a boca de Nícolas e todos caíram na maior gargalhada.

      __Atenção, pessoal! O forró vai continuar - gritou o senhor João, sob o aplauso de todos.

       Eis que, de repente mais uma vez, desabou um temporal, desanimando todo mundo. Dessa vez, porém, a chuva parecia mais amiga, de uma beleza nunca vista, que ninguém conseguia explicar. A noite ia ficando mais linda, a chuva caindo, refrescando a temperatura.

       O relógio marcava meia noite, quando, para espanto geral, aconteceu o improvável: um grande sol se abriu, a chuva continuou mais linda ainda e... vapt, vupt... Nícolas ganhou a rua, dançando na chuva. Dona Josefina foi atrás dele. O senhor João saiu também, convidando:

        __Venham todos, venham ... é o sol da meia noite!

        Aí, então, aconteceu o maior espetáculo da terra: todo mundo dançando na chuva. Mas todo mundo mesmo: o prefeito e a primeira dama, os vereadores,   os funcionários da prefeitura, os médicos, os advogados, as professoras e as donas de casa, os aposentados, os comerciantes, os velhos e as crianças. Enfim, a população inteira dançava e cantava aquela música do Jorge Benjor: "...e a gente no meio da rua/ no mundo/ no meio da chuva/ a girar/ que maravilha!/ a girar..."

        Outra turma gritava, mais adiante: "sol com chuva, casamento de viúva; chuva com sol, casamento de espanhol". Os mais velhos riam e choravam, ao mesmo tempo, de tanta emoção. Afinal, não é qualquer cidade que consegue a proeza  de conhecer o sol da meia noite. Afinal, Cataguases não é uma cidade qualquer.

         A chuva foi diminuindo, foi chuviscando, até parar de vez. Junto aos paralelepípedos, a enxurrada corria, parecendo o rio Pomba em miniatura. E, para alegria de Dona Josefina, foi possível ver novamente muitos barquinhos de papel na enxurrada, um após outro, navegando. Ela não se conteve e perguntou para o Nícolas, como se ele pudesse responder:

__Por onde aqueles barquinhos iriam navegar?

 

        = F I M =

 

Por Mauro Sérgio Fernandes

 

 

 

 


Escrito por Andrea Toledo às 10h06
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